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REGULAMENTO DO CAMPEONATO CATARINENSE DE TIRO AO PRATO

TRAP SINGLE E TRAP DOUBLE 

 

EXERCÍCIO DE 2013

 

 

 

Artigo 1° - O Campeonato Catarinense de Trap Single e Trap Double de 2013, será realizado em 09 (nove) etapas a realizar-se nos meses de Fevereiro, março, abril, maio junho, julho, agosto, setembro, e outubro.

 

Artigo 2° - As provas do Campeonato Catarinense obedecerão este regulamento, onde os casos omissos neste regulamento serão dirimidos pela juria da prova, sendo esta soberana em todas as suas decisões.

 

Artigo 3° - As anuidades dos clubes e atiradores deverão ser pagas na primeira participação destes no campeonato para que sejam computados seus respectivos resultados. Os valores serão: R$ 300,00 (trezentos reais) para os clubes; e R$ 150,00 (cento e cinqüenta reais) para os atiradores. Os atiradores até 16 anos estão isentos do pagamento da anuidade da federação.

 

Artigo 4º - O valor da inscrição em cada etapa será de R$ 210,00 (duzentos e deis reais) para 200 tiros em todas as classes (AAA, AA, A, B, C e VETERANOS). Nas categorias JÚNIOR e ESTREANTES o valor das inscrições será de R$ 150,00 (cento e cinquenta reais) para 200 tiros e R$ 110,00 (cento e deis reais) para 100 tiros.

 

Artigo 5° - O número de atiradores por equipe é ilimitado em ambas as modalidades (Trap Single e Trap Double).

Parágrafo primeiro: O Clube para participar do Campeonato Catarinense de 2013 deverá estar filiado junto a FETC até 01 (hum) dia útil antes de sua primeira participação no Campeonato.

Parágrafo segundo: O ATIRADOR NÃO PRECISA SER SÓCIO DO CLUBE O QUAL REPRESENTÁRA NO CAMPEONATO CATARINENSE.

Parágrafo terceiro: Os Clubes e atiradores para participarem do Campeonato Catarinense de 2013 deverão possuir certificado de registro junto ao exército conforme as normas do R-105.

Artigo 6° - A participação de atiradores que tenham registro em outras Federações será limitada a 03 (três) atiradores por equipe, desde que estes estejam filiados e com suas anuidades em dia junto à Federação Esportiva de Tiro e Caça de Santa Catarina - FETC.

Artigo 7° - Após a realização da primeira prova como representante de uma equipe, o atirador não poderá transferir-se no mesmo ano para outra equipe, podendo, entretanto atirar como avulso.

Artigo 8° - O atirador poderá dar 200 tiros no mesmo dia durante o Campeonato Catarinense em duas etapas de sua livre escolha, sendo que a prova de encerramento será opcional. O atirador que optar por dar os 200 tiros na etapa sediada por seu clube poderá fazê-lo somente no sábado. Se o fizer no domingo seu resultado será anulado.

Parágrafo único:O atirador que efetuar os 200 tiros num mesmo dia em mais de duas etapas, terá os resultados obtidos a partir da terceira etapa em que atirar os 200 tiros no mesmo dia anulado. 

Artigo 9°- A re-inscrição para a segunda série de 100 tiros só será permitida após o atirador já ter completado os 100 (cem) primeiros tiros. O não cumprimento deste artigo ocasionará na perda de 10 pratos do total do resultado do atirador. 

Parágrafo primeiro: O atirador não poderá ser inscrito na planilha por outro atirador ou qualquer outra pessoa de sua equipe, devendo a inscrição e re-inscrição ser presencial na secretaria. Quando inscrito, e não comparecer para atirar quando chamado na pedana, terá a inscrição anulada devendo se inscrever novamente em outra planilha e pagar nova inscrição no valor de R$ 120,00 (cento e vinte reais) a titulo de multa, que será acrescido ao valor normal da inscrição, sendo o valor da multa repassado ao administrador do caixa das maquinas Sr. Fausto Geraldo Nunes. Os clubes anfitriões das 09 etapas do ano de 2013 ficarão obrigados a abrir a secretaria as 07h30min (SABADOS E DOMINGOS), e disponibilizar uma pessoa  responsável pelas inscrições presenciais. Fora o caso específico da penalidade de nova inscrição atribuída ao atirador “faltante”, o clube que infringir qualquer item deste paragrafo será penalizado com uma multa no valor de R$ 500,00 (quinhentos reais), que deverá ser repassado através do sr. Fausto Geraldo Nunes para ao caixa de manutenção de maquinas.

Parágrafo segundo: Após a impressão da planilha ser efetuada pela secretaria da prova, que será executada quando a mesma estiver completa “composta de 05 (cinco) atiradores”, ou quando ainda incompleta for solicitada pelo árbitro “largador”, o atirador não poderá mais retirar seu nome da mesma, salvo por motivo de força maior desde que aprovado pela juria da prova, ou sem anuência da juria, pagando nova inscrição.

 

Parágrafo terceiro: A planilha não poderá ser preenchida por todos os atiradores de uma mesma equipe/cidade, sendo que o limite será de 04 (quatro) atiradores de uma mesma equipe/cidade por pedana, sendo que o arbitro auxiliar deverá ser um atirador neutro (de outra equipe/cidade) independente da sua posição de tiro na pedana. Esta norma se aplica às modalidades Trap Single e Trao Double.     

 

Paragrafo quarto: Em caso de descumprimento do disposto no Parágrafo Terceiro, a equipe infratora será penalizada com a perda de 10 (dez) pratos no resultado final da etapa, após apurados os 08 (oito) melhores resultados da equipe na modalidade Trap Single, e 03 (três) melhores resultados da equipe na modalidade Trap Double. 

 

Artigo 10°- A classe dos atiradores será obtida, considerando a média dos 700 melhores tiros, ou seja, os 7 (sete) melhores resultados de 100 tiros do Campeonato de 2012. Para os atiradores que não completarem esta quantia mínima de 07 (sete) provas, a média será pelo número de etapas atiradas. O atirador poderá optar pela classe imediatamente superior àquela que foi obtida pela média do ano de 2013.

                       AAA – 98,0 a 100

Classe Sênior:  AA –   96,0 a 97,99

                       A –    93,0 a 95,99 

                       B –     89 a 92,99 

                       C –     00 a 88,99    

 

Estreante – 1ª participação em Campeonato

Veterano – Atiradores com mais de 65 anos.

 

Parágrafo Primeiro:  No caso de reingresso de atirador afastado do Campeonato Catarinense há mais de dois (02) anos, o atirador deverá optar por manter sua categoria ou disputar a categoria imediatamente inferior a aquela que possuía quando competia. Se durante o período em que estiver afastado o atirador participar de alguma prova oficial e/ou dos JASC, obrigatoriamente deverá disputar o campeonato na categoria em que participou no seu último Campeonato Catarinense.

 

Parágrafo Segundo: O atirador de outro Estado que participar do Campeonato Catarinense pela primeira vez, obrigatoriamente terá sua classificação de acordo com aquela utilizada em seu Estado.

 

Artigo 11° - Para o atirador fazer jus à premiação individual ao final do Campeonato Catarinense de 2013, deverá participar ao longo do Campeonato de no mínimo 07 (sete) etapas ou o equivalente a 1.400 (hum mil quatrocentos) tiros, porem, para pontuar para a equipe que representar, o atirador deverá participar de no mínimo 05 (cinco) etapas ou o equivalente a 1.000 (hum mil) tiros.  

 

Artigo 12º - Para a classificação final do Campeonato por equipes, serão considerados os 08 (oito) melhores resultados, descartando-se o pior dos resultados obtidos nas 09 (nove) etapas.

 

Artigo 13º - Para a classificação final individual do Campeonato serão computadas as 14 (quatorze) melhores séries de 100 tiros, equivalente aos melhores 1.400 (hum mil e quatrocentos) tiros nas Classes AAA, AA, A, B, C e categoria Veterano. Para a categoria Estreante serão computadas as 7 (sete) melhores séries de 100 tiros, equivalente aos os melhores 700 (setecentos) tiros.

 

Artigo 14º - Todas as equipes que participam do campeonato catarinense de 2013, independentemente de sediarem etapa ou não, ficarão obrigadas a prestigiarem com no mínimo quatro atletas todas as etapas do corrente campeonato. Caso descumpram este artigo serão penalizadas com a perda de 10 pontos da contagem final.

Parágrafo único: Sem prejuízo da penalidade prevista no caput, ainda, o clube que está participando do campeonato de 2013 e não enviar um mínimo de quatro atiradores em qualquer uma das etapas, pagará ao clube organizador da respectiva etapa, a título indenizatório, o valor de R$ 1.000,00 (hum mil reais), que deverá ser pago quando da realização da etapa imediatamente subsequente àquela em que descumpriu a obrigação aqui assumida, sob pena de serem anulados todos os resultados obtidos nas etapas posteriores até o pagamento da indenização.

Artigo 15º° - Para o resultado individual da etapa, em todas as classes e categorias, será considerada a melhor série de 100 tiros do atirador, sendo obrigatório para a validação do resultado que o atirador dê os 200 tiros.

Artigo 16º - Para o resultado da etapa por equipe serão somados os 08 (oito) melhores resultados de 100 tiros de seus atiradores, podendo ser utilizado até 02 (dois) resultados de um mesmo atirador. 

Artigo 17° - Os desempates por classe em cada etapa ocorrerão pela soma das duas séries de 100 tiros. Persistindo o empate, será resolvido pelo resultado obtido na primeira série de 100 tiros da próxima etapa. Persistindo o empate, pela próxima série e assim sucessivamente. 

Artigo 18° - O processo de desempate para a classificação final do campeonato será da seguinte forma: 

Individual: O desempate individual será efetuado na pedana logo após o encerramento da etapa final, em séries de 25 tiros ou shotting out, a critério dos contendores. Se porventura nenhum dos atletas que estiverem empatados não comparecerem na última etapa, será efetuado o desempate por meio de sorteio. Caso algum dos atiradores empatados se fizer presente e o outro não, o atirador ausente será considerado perdedor por WO. 

Equipes: O desempate por equipes será feito também na pedana, com os quatro atiradores que serão definidos entre os representantes das equipes, numa passagem de 25 tiros.

Artigo 19° - A premiação da etapa é de responsabilidade do clube organizador, devendo ser distribuída em todas as Classes (AAA, AA, A, B, C, Veteranos e Estreantes) da seguinte forma:

a) Individual:

1º lugar: Troféu.

2º e 3º lugar: Medalhas.

b) Equipes:

1º ao 3º lugar – Troféus.

Artigo 20º - A premiação para a classificação final do campeonato ficará sob a responsabilidade do diretor de tiro ao prato designado pela Federação, devendo este utilizar para tanto o valor resultante da soma da taxa no valor de R$ 1.500,00 (hum mil e quinhentos reais) que será repassada pelos clubes em cada etapa, bem como providenciar a confecção e entrega dos prêmios, que serão os seguintes: 

Equipe: Troféus para os três primeiros colocados.

Individual (AAA ,AA, A, B e C):

1º lugar medalha de ouro 18 k + 01 carabina CBC. 

2º Lugar medalha de ouro 18 k. 

3º lugar medalha de ouro 18 k.

4º e 5º troféus.

Veterano:

1º lugar medalha de ouro 18 k + 01 carabina CBC.

2º Lugar medalha de ouro 18 k.

3º lugar medalha de ouro 18 k.

Estreantes:

1º lugar medalha de ouro 18 k + 01 carabina CBC.

2º lugar troféu + 01 Carabina CBC.

3º lugar troféu + 01 Carabina CBC.

4º lugar troféu + 01 carabina CBC.

 

Os atiradores das Classes AAA, AA, A, B e C que atirarem 1.600 pratos ao longo do ano participarão do sorteio de 03 (três) carabinas CBC , a serem doadas pela própria CBC.

Os atiradores de todas as Classes e Categorias que participarem de todas as 09 (nove) etapas do Campeonato Catarinense de 2013 participarão do sorteio de 03 (três) carabinas CBC no jantar de encerramento do campeonato, a serem doadas pela própria CBC.

Os sorteios serão realizados no jantar de encerramento, e caso o sorteado não se faça presente no jantar será efetuado novo sorteio até que o sorteado esteja presente para receber seu prêmio.

Artigo 21° - O diretor de tiro designado pela Federação Esportiva de Tiro e Caça de Santa Catarina será responsável, pelo programa das etapas.

 

Artigo 22º - O Clube que estiver sediando a prova deverá disponibilizar um computador e uma impressora, bem como definir alguém para trabalhar no lançamento dos resultados da prova, informando, ao final da etapa, ao Diretor de Tiro da FETC a relação dos atiradores que efetuaram os 200 tiros num mesmo dia.

Parágrafo primeiro: As planilhas com os resultados da prova deverão ser preenchidas pela secretaria do clube organizador da etapa em computador e impressas em impressora a laser ou jato de tinta, e serão padronizadas pela FETC.

 

Artigo 23° - Os pratos para a realização das provas deverão ser adquiridos pelos clubes, e os que forem usados nas provas não poderão ser de material reciclado, salvo com a aprovação prévia e expressa de dois representantes indicados pela Federação. 

Parágrafo único: Os pratos utilizados deverão ser do mesmo tipo, marca e modelo do inicio ao término de cada etapa.

Artigo 24º - Cada clube fica também encarregado pela disponibilização de munição para venda necessária para a participação na sua prova. 

Parágrafo único: Munição permitida para as modalidades Trap Single e Trap Double: Cartuchos com calibre máximo de 12ga, carga máxima de 24 gramas de chumbo com diâmetro não superior a 2,5mm.

Artigo 25° - As máquinas deverão ser remetidas num prazo de 07 (sete) dias ao clube que sediar a etapa, com frete por conta do clube organizador da etapa. O clube organizador da etapa deverá devolver as máquinas ao mantenedor, na cidade de Tubarão aos cuidados de Nilton Porto Filho fone (48)9986-9191, num prazo máximo de 10 (dez) dias após o término da prova, para a devida revisão e eventual conserto de avarias, com frete também por conta do Clube.

Parágrafo único: O clube que não enviar as maquinas no prazo de 10 (dez) dias pagará ao caixa das máquinas uma multa equivalente a R$ 1.000,00 (um mil reais), na prova subsequente, sob pena de ter seu resultados anulados até o pagamento da multa.

 

Artigo 26° - O jantar será obrigatório para o clube que sediar a etapa, sem custo ao atirador e sua esposa, podendo o clube cobrar o valor de R$ 20,00 aos acompanhantes e/ou não atiradores, e deverá ser realizado no sábado após a entrega da premiação da etapa anterior. As equipes que participarem de qualquer das etapas do campeonato deverão se fazer presentes no jantar com número mínimo de quatro atletas, sob pena de pagamento de multa no valor de R$ 500,00 ao Clube que patrocinar o jantar, devendo tal multa ser paga até a prova subsequente, sob pena de ficarem anulados os seus resultados até o pagamento da multa.

 

Artigo 27º - O café colonial é obrigatório e devera ser servido no sábado à tarde pelo clube que sediará a etapa.

 

Artigo 28° - As cidades sede das provas do Campeonato de 2014 serão escolhidas entre as 09 (nove) equipes melhor classificadas no campeonato do ano de 2013, ficando definidos os meses constantes no artigo 1º para a realização das mesmas.

 

Paragrafo único: O numero de provas no ano de 2014 poderá sofrer acréscimo ou supressão, desde que com a anuência de metade mais um dos clubes participantes do campeonato de 2013.

 

Artigo 29° - O clube que possuir 04 (quatro) pedanas poderá deixar 01 (uma) para a realização de treinos durante o transcorrer da prova.

Parágrafo único: O clube para sediar uma prova do calendário de 2013 deverá ter o mínimo de 03 (três) pedanas. Na eventual impossibilidade de o Clube não possuir o mínimo de 03 (três) pedanas, ele poderá realizar sua etapa em outro clube, por ele indicado, desde que OBTENHA A ANUENCIA DE 50% MAIS HUM DOS CLUBES PARTICIPANTES DO CAMPEONATO DE 2013, e o clube indicado esteja devidamente registrado na FCCTE e cumpra as exigências do presente regulamento.

 

Artigo 30º - A prova de encerramento do Campeonato será iniciada na sexta-feira a partir das 13h30min, encerrando-se no Sábado com o Jantar e entrega da premiação. O clube que realizar o encerramento cobrará uma taxa de R$ 15,00 na inscrição do atirador para auxiliar no custeio da premiação de fim de ano.

 

Parágrafo único: A reunião para elaboração do calendário 2014 e possíveis alterações do regulamento  acontecerá na prova de encerramento do campeonato, na sexta-feira com início às 18h00min.

 

Artigo 31° - A juria das provas será composta por um representante de cada um dos clubes participantes do campeonato e do delegado da Federação.

 

Parágrafo primeiro: Para resolver eventuais problemas que surgirem no transcorrer das provas, ou ainda dúvidas omissas no regulamento, é obrigatória a presença de no mínimo 03 (três) membros da juria, sendo a sua decisão soberana.

 

Parágrafo segundo: Não poderá fazer parte da juria o representante da equipe do atirador ou equipe sub judice.

 

Artigo 32° - O atirador que por algum motivo desistir da prova não será penalizado com falta, desde que pague a inscrição.

Artigo 33° - O atirador deverá conferir o seu resultado ao final de cada série de 25 tiros, onde terá o direito de questionar o resultado obtido, sendo que a dúvida deverá ser prontamente resolvida pelo árbitro “largador” com o auxílio do marcador, cabendo recurso da decisão à juria da prova, decaindo o direito de reclamar caso não feito no momento imediatamente posterior ao final da série.

 

Parágrafo primeiro: Ao final dos 100 tiros o atirador deverá assinar a planilha, devendo realizar imediatamente qualquer reclamação, que deverá ser julgada pela juria da prova, sob pena de perda do direito de reclamar. A decisão da juria será soberana.

Parágrafo segundo: Deverá ser anotado na planilha em local especifico o nome do árbitro “largador” e do marcador de cada série de 25 tiros.

Artigo 34° - Quando houver prova do Campeonato Brasileiro junto com o Campeonato Catarinense, o resultado de sexta-feira (se houver), não valerá para o estadual.

 

Quando o atirador der 200 tiros no Sábado, valerá os 200 primeiros tiros para o estadual.

Quando o atirador der 200 tiros no Domingo, valerá para o estadual os 200 tiros deflagrados no domingo.

Quando o atirador der 100 tiros no Sábado e 100 tiros no domingo, valerá para o estadual os 100 tiros do Sábado e os 100 tiros de domingo.

Artigo 35° - O atirador que se comportar inconvenientemente com ofensas, agressões, retardamentos, uso indevido de armas, excesso de álcool (bebidas) e qualquer fato que atente contra a boa conduta do esporte poderá ser convidado a se retirar do local de competições pelo Diretor Técnico da FETC ou por qualquer membro da juria, cabendo recurso à juria.

Parágrafo primeiro: Caso o atirador se comporte de forma inconveniente na pedana, o árbitro largador tem a competência de advertir o atirador e, caso este mantenha sua conduta, excluí-lo da pedana. Em caso de omissão do árbitro largador, o Diretor de Tiro da FETC, poderá advertir o atirador e, caso este mantenha a conduta, excluí-lo da pedana. Da decisão do árbitro largador ou do Diretor de Tiro da FETC caberá recurso imediato à juria. 

Parágrafo segundo: O Diretor de Tiro da FETC será a pessoa responsável por denunciar o infrator ao Tribunal de Justiça Desportiva da FETC para que este aplique a penalidade cabível, que poderá ser: Advertência, Suspensão, Eliminação do Campeonato ou Banimento das Provas de Tiro da Federação, conforme a gravidade dos fatos.

Artigo 36° - O atirador que utilizar munição com recarga estará sujeito à averiguação da referida munição junto à juria. Se constatada irregularidade o atirador obterá resultado “ZERO” naquela etapa.

Artigo 37º - Prato perdido (zero) – O árbitro “largador” deverá determinar “Zero”:

 

Quando o participante atirar e não quebrar o prato, seja errando completamente ou quando apenas poeira sair dele.

Quando, após o comando do atirador, um prato inteiro aparece, dentro dos limites legais de vôo, e o mesmo voluntariamente não atira pela segunda ou mais vezes durante uma série de 25 tiros.

Quando um prato com vôo irregular em angulação ou altura, adiantado ou atrasado, ou com cor distintamente diferente da usual for atirado e perdido. Um participante pode recusar tais pratos, mas se atirar, o resultado apurado será anotado.

Quando um participante voluntariamente se retira, ou é desqualificado, e não participa mais da série, após de ter atirado um (1) ou mais pratos desta mesma série, o árbitro deverá julgar todos os pratos que o participante não atirou na série como “Zero”, e eles devem ser anotados como tal.

O árbitro “largador” poderá em caso de duvida recorrer primeiramente ao atirador da posição 1 “juiz auxiliar” e posteriormente ao marcador, sendo que a sua decisão é soberana em caso de empate na decisão.

Quando na mesma planilha houver numero igual a 04 (quatro) atiradores de uma mesma equipe o árbitro “largador” não poderá ser da mesma equipe.

 O atirador 1 “juiz auxiliar” não poderá se manifestar quando o prato dado como zero for de atirador de sua equipe, devendo o árbitro “largador” designar antes do inicio dos tiros um novo juiz auxiliar de uma equipe neutra, mesmo que ele não seja o atirador da posição 1. Caso se inicie uma série de tiros com apenas 04 (quatro) atiradores de uma mesma equipe/cidade, neste caso não haverá juiz auxiliar, ficando proibida qualquer manifestação destes atiradores quando o arbitro largador anunciar “zero”.

Atiradores das demais posições, e ou atiradores ou pessoas que não estejam participando da série não poderão se manifestar sobre a decisão do árbitro “largador”.

Quando uma planilha de prova chegar até a apuração com um ou mais pratos que não estejam anotados com “bom” ou “zero”, eles devem ser confirmados como “Zero” pela administração da prova.

 

 

Artigo 38º - F1 e falhas de munição.

 

O participante terá direito a 01 (uma) recusa por qualquer motivo, excluindo-se a falha de munição que possui regra própria,  durante cada série de 25 tiros, seja esta recusa ocasionada por pane de dedo, ausência de munição, quebra da arma e ou perturbação por outrem, quando o participante será autorizado a pedir outro prato, e o resultado obtido no tiro será anotado.

Quando esta recusa permitida ocorrer, o arbitro largador deverá anunciar “F1”. O marcador deverá anotar na planilha um F1 juntamente com o resultado obtido naquele prato.

Após o F1 ser anotado no lugar do escore juntamente com o resultado obtido, o participante não poderá mais efetuar recusas ou ter os problemas descritos na alínea “a” na mesma série de 25 pratos, devendo o árbitro “largador” considerar (zero) caso isto ocorra.

Quando a munição não deflagrar, o atirador terá direito a 3 negas “falhas” em uma série de 25 tiros, não havendo a necessidade de ter estes cartuchos testados em qualquer outra arma. Na quarta NEGA em uma série de 25 tiros, o prato será considerado (ZERO) pelo árbitro “largador”.

O marcador deverá anotar juntamente com o resultado obtido a letra “N”, nas células em que ocorrerem as falhas de munição, e auxiliar o árbitro quando a 4ª falha ocorrer.

Artigo  39º - Reclamações e questionamentos de Atiradores

               Fica instituído neste artigo que qualquer tipo de reclamação ou questionamento referente a atirador,      

               Equipes, resultados e interpretação do regulamento deverão sempre ser dirigidas aos diretores de        

               Tiro de cada clube, onde este, se achar conveniente ou relevante, deverá se pronunciar junto ao diretor de tiro da Federação para elucidação do problema.    

        

 

Artigo 40º - O calendário das provas em 2013 será o seguinte:

                             23  e 24  FEVEREIRO – TUBARÃO

 16  e 17     MARÇO – BIGUAÇU

 06  e  07     ABRIL –CAÇADOR

 04  e  05     MAIO – CRICIUMA

 08  e  09     JUNHO – JOINVILLE

 06  e  07     JULHO – SÃO MARTINHO

 03 e   04     AGOSTO – RIO DO SUL

 14 e   15     SETEMBRO – CONCORDIA

 25 e   26     OUTUBRO (ENCERRAMENTO) LAGES

 

Parágrafo único: As datas somente poderão ser alteradas se solicitadas pela parte interessada por escrito e com antecedência mínima de 30 (trinta) dias da data convencionada, e com concordância por escrito de no mínimo 05 (cinco) equipes que sediam as etapas. A equipe que não se manifestar será considerada como de acordo com a mudança da data.

Ficou definido que durante o ano de 2013 o Diretor de tiro designado pela Federação receberá gratuitamente em cada etapa a inscrição e 200 cartuchos. É de obrigação do clube que sediar a etapa disponibilizar a munição e não cobrar a inscrição.  

                                                                         DO TRAP DOUBLE

Artigo 41º - A modalidade Trap Double será disputada contabilizando um total de 100 tiros, divididos em duas séries de 50 tiros. O início desta modalidade acontecerá aos sábados, imediatamente o encerramento da modalidade Trap Single. Poderá ser iniciada na sexta-feira, quando o clube sede disponibilizar uma pedana específica, contando com a presença de um dos diretores da Federação Catarinense.

Artigo 42º - Considerando o primeiro ano de disputa desta modalidade no Campeonato Catarinense, todos os atiradores participantes terão suas classes definidas pela pontuação de sua primeira participação no campeonato de 2013.PARAGRAFO ÚNICO:O atirador  que já participou do campeonato de 2012 nesta modalidade pela LNTP, quando da sua inscrição na primeira prova do Campeonato Catarinense terá obrigatóriamnete de inscrever-se na sua classificação final devidamente apurada pela LNTP.

As classes para o Campeonato do ano de 2013 ficarão assim distribuídas:

Classe “A” – de 90 a 100%

Classe “B” - de 85 a 89,99 %

Classe “C” – Até 84,99%

Parágrafo único: Visando a manutenção da legitimidade das classes desta modalidade, todos os competidores serão reclassificados a partir do resultado da quinta etapa. Esta reclassificação será feita com base na média aritmética dos resultados obtidos por cada atirador nas etapas anteriores. As premiações realizadas entre a primeira e quinta etapas serão mantidas nas classes que os competidores participaram originariamente. 

 

Artigo 43º - O valor da inscrição dos atiradores que participarem simultaneamente do Campeonato da LNTP (Trap Double) e Campeonato Catarinense (Trap Double) será R$ 150,00 (cento e cinquenta reais). Para os atiradores que optarem participar somente do Campeonato Catarinense, o valor da inscrição será R$ 130,00 (cento e trinta reais).

Artigo 44º - Para o atirador fazer jus à premiação individual ao final do Campeonato Catarinense de 2013, deverá participar ao longo do Campeonato de no mínimo 07 (sete) etapas ou o equivalente a 700 (setecentos) tiros, porem, para pontuar para a equipe que representar, o atirador deverá participar de no mínimo 05 (cinco) etapas ou o equivalente a 500 (quinhentos) tiros.  

 

Artigo 45º - Para a classificação final do Campeonato por equipes, serão considerados os 08 (oito) melhores resultados, descartando-se o pior dos resultados obtidos nas 09 (nove) etapas.

 

Artigo 46º - Para a classificação final individual do Campeonato serão computadas as 07 (sete) melhores séries de 100 tiros nas Classes A, B e C.

Artigo 47º° - Para o resultado individual da etapa, em todas as classes, será considerado o somatório das duas séries de 50 tiros de cada atirador.

Artigo 48º - Para o resultado da etapa por equipe serão somados os 03 (três) melhores resultados de 100 tiros de seus atiradores. 

Artigo 49° - Os desempates por classe em cada etapa ocorrerão pela soma das duas séries de 50 tiros. Persistindo o empate, será considerado o melhor resultado obtido na ultima série de 50 tiros. Persistindo o empate, pela penúltima série. Persistindo o empate, será considerado perdedor o atirador que anotou o primeiro zero na ultima série de 50 tiros.   

Artigo 50° - O processo de desempate para a classificação final do campeonato será da seguinte forma: 

Individual: O desempate individual será efetuado na pedana logo após o encerramento da etapa final, em séries de 50 tiros ou Shotting Out, a critério dos contendores. Se porventura nenhum dos atletas que estiverem empatados não comparecerem na última etapa, será efetuado o desempate por meio de sorteio. Caso algum dos atiradores empatados se fizer presente e o outro não, o atirador ausente será considerado perdedor por WO.

Equipes: O desempate por equipes será feito também na pedana, com os 03 (três) atiradores que serão definidos entre os representantes das equipes, numa passagem de 50 tiros.

Artigo 51° - A premiação da etapa é de responsabilidade do clube organizador devendo ser distribuídos: 

a) Individual(Classes A, B e C): 1º lugar: Medalha, 2º lugar: Medalha, 3º lugar: Medalha.

Artigo 52º - A premiação para a classificação final do campeonato ficará sob a responsabilidade do diretor de tiro ao prato designado pela Federação, devendo este utilizar para tanto o valor resultante da arrecadação oriunda das inscrições da modalidade Trap Double que cada clube deverá repassar o valor de r$ 20,00 (vinte reais) por atirador ao longo do Campeonato do ano de 2013. Tal arrecadação será convertida em troféus, medalhas e munição/cartuchos que serão assim distribuídos: Classe A (45%) do arrecadado, Classe B (30%) do arrecadado e Classe C (25%) do arrecadado. 

Equipe: Troféus para os 03 (três) primeiros colocados.

Individual (Classe A):

1º lugar = Troféu + 45% do arrecadado; 

2º Lugar = Troféu + 30% do arrecadado; 

3º lugar = Troféu + 25% do arrecadado.

Individual (Classe B):

1º lugar = Troféu + 45% do arrecadado; 

2º Lugar = Troféu + 30% do arrecadado; 

3º lugar = Troféu + 25% do arrecadado.

Individual (Classe C):

1º lugar = Troféu + 45% do arrecadado; 

2º Lugar = Troféu + 30% do arrecadado; 

3º lugar = Troféu + 25% do arrecadado.

Artigo 53º - Prato perdido (zero) – O árbitro “largador” deverá determinar “Zero”:

a). Quando o participante atirar e não quebrar o prato, seja errando completamente ou quando apenas poeira sair dele;

b). Quando o atirador esquece de municiar a arma;

c). Quando, após o comando do atirador, Os dois pratos inteiros aparecerem , dentro dos limites legais de vôo, e o mesmo voluntariamente não atira pela  terceira ou mais vezes durante uma série de 50 tiros;

d). Quando um prato com vôo irregular em angulação ou altura, adiantado ou atrasado, ou com cor distintamente diferente da usual for atirado e perdido. Um participante pode recusar tais pratos, mas se atirar, o resultado apurado será anotado;

e). Quando um participante voluntariamente se retira, ou é desqualificado, e não participa mais da série, após de ter atirado um (1) ou mais pratos desta mesma série, o árbitro deverá julgar todos os pratos que o participante não atirou na série como “Zero”, e eles devem ser anotados como tal; 

 1). O árbitro “largador” poderá em caso de duvida recorrer primeiramente ao atirador da posição 1 “juiz auxiliar” e posteriormente ao marcador, sendo que a sua decisão é soberana em caso de empate na decisão;

        2). Quando na mesma planilha houver numero igual a 04 (quatro) atiradores de uma mesma equipe o árbitro “largador” não poderá ser da mesma equipe;

3).  O atirador 1 “juiz auxiliar” não poderá se manifestar quando o prato dado como zero for de atirador de sua equipe, devendo o árbitro “largador” designar antes do inicio dos tiros um novo juiz auxiliar de uma equipe neutra, mesmo que ele não seja o atirador da posição 1. Caso se inicie uma série de tiros com apenas 04 (quatro) atiradores de uma mesma equipe/cidade, neste caso não haverá juiz auxiliar, ficando proibida qualquer manifestação destes atiradores quando o arbitro largador anunciar “zero”;

       4). Atiradores das demais posições, e ou atiradores ou pessoas que não estejam participando da série não poderão se manifestar sobre a decisão do árbitro “largador”.

 

Quando uma planilha de prova chegar até a apuração com um ou mais pratos que não estejam anotados com “bom” ou “zero”, eles devem ser confirmados como “Zero” pela administração da prova. 

Artigo 54º - Cada atirador terá direito a 2 (duas) falhas, durante cada série de 50 tiros. Enquadram-se nestes critérios:

a) falhas de armas;

b) falhas nas espoletas;

c) cartuchos fracos onde permaneça a bucha no cano;

d) atirador recusar o prato por qualquer outro motivo, que não seja: prato desbalanceado, cor diferente ou fora dos limites de vôo;

e) A partir da terceira ocorrência, deve ser considerado um erro (ZERO).

f) Quando a falha ocorrer no segundo disparo do TRAP DOUBLE e o primeiro prato ter sido perdido, o atirador terá direito a disparar novamente 2 (dois) tiros e, mesmo que quebre os dois pratos (Double) o erro do primeiro par de doubles será mantido na súmula. A repetição dos dois disparos é importante para que o atirador não

precise desperdiçar o primeiro disparo, para depois perseguir o segundo prato. Regra similar poderá ser aplicada caso o atirador tenha quebrado o primeiro prato e ter falhado o segundo disparo. Poderá atirar um novo par de doubles e, mesmo errando o primeiro tiro, e acertando o segundo terá dois pratos bons anotados (Double).

               

REPRESENTANTES COM DIREITO A VOTO PRESENTES E QUE FORMARÃO A JURIA DURANTE AS PROVAS DO CAMPEONATO 2013:

BIGUAÇU – Adoli Werlich

TUBARÃO - Dilmar Fernandes Junior 

CAÇADOR – Antonio Dalmas Neto

CONCÓRDIA – Haroldo Kerber 

LAGES – Fausto Geraldo Nunes

CRICÍUMA – Valdir Abel 

JOINVILLE – Vilmar Cabral Henrique

RIO DO SUL – Marcio Losi

SÃO MARTINHO – Robson Effiting